“A Módulo Security Solutions é uma firma brasileira que se internacionalizou. Receber esse tipo de reconhecimento crítico de uma grande revista do segmento de TI foi satisfatório para nós porque estamos fazendo o trabalho certo e estamos mostrando o Brasil entre os exportadores de soluções de tecnologia”, relata Sergio Thompson Flores, CEO da Módulo. Com mais de 400 funcionários e escritórios próprios nos Estados Unidos, no Canadá, na Índia e na Inglaterra, a Módulo registrou vendas de mais de R$85 milhões em 2013, alta de 20% em relação ao ano anterior. “A perspectiva para 2014 é continuar nossa estratégia de crescimento desenvolvendo mais soluções e funcionalidades no software Risk Manager. Devemos continuar a investir também na intensificação do nosso trabalho internacional, principalmente por meio do estabelecimento de parcerias e da conquista de novos mercados para o software”, destaca Rodrigo Palo, gerente da empresa sediada no Rio de Janeiro. Outra empresa do Rio é a PhDsoft, que está prestes a reingressar no mercado global de fornecedores de aplicações e tecnologias para o setor de petróleo. O principal produto da firma, fundada há 14 anos pelo ex-professor da UFRJ Duperron Marangon, é o software C4D, um programa de simulação que prevê falhas estruturais em navios, plataformas de petróleo, pontes e outras grandes construções. O propósito da tecnologia é prevenir acidentes e reduzir custos. O C4D antecipa as condições futuras de estruturas críticas. Isso evita acidentes e também prolonga a vida útil, resultando em custos de inspeção e manutenção significativamente menores. Grandes empresas do setor de petróleo que operam no Brasil, como Petrobras, Shell, Transpetro e Subsea7, já são clientes da PhDsoft, que planeja abrir um escritório em Houston, Texas, até setembro deste ano. “Essa será nossa base de operações no mercado dos EUA”, diz Marangon. Além disso, a PhDsoft negocia com uma agência governamental da província de Nova Scotia, no Canadá, para começar a vender seus produtos naquele país. “Sempre buscamos o objetivo da internacionalização. Expandir nossas vendas para fora do Brasil significará uma mudança no patamar do nosso negócio”, observa Marangon. Leia o relatório completo da revista Pesquisa Fapesp aqui.