Sensores de nanotecnologia conectados à internet estão dispersos na pintura de cascos e tubulações, medindo a espessura e as taxas de corrosão em tempo real e praticamente eliminando os riscos das operações em alto-mar. É impressionante, mas ainda vai demorar um pouco. Por enquanto, é apenas ficção científica. Mas, se o dispositivo nano na pintura ainda é um sonho, o uso de sensores conectados à internet, integrados por um software como o PhDC4D, é o rumo dos próximos cinco anos. Até o início da próxima década, a espessura e as taxas de corrosão serão medidas o tempo todo. Como se trata de estruturas muito grandes, a medição humana ainda será necessária, mas de forma mais inteligente, concentrada em áreas previamente selecionadas com a ajuda de sensores. Na verdade, qualquer dispositivo com um interruptor de ligar e desligar para a internet (e/ou entre si) estará conectado, no que se chama Internet das Coisas (IoT). A IoT é uma rede gigante de “coisas” conectadas, que também inclui pessoas. A relação será entre pessoas-pessoas, pessoas-coisas e coisas-coisas.A Intel afirma que, até 2020, haverá mais de 200 bilhões de dispositivos conectados. Em 2015, havia 15 bilhões. Tudo o que puder ser conectado será conectado. Isso inclui tudo, de celulares, cafeteiras, máquinas de lavar, fones de ouvido, lâmpadas e dispositivos vestíveis a quase qualquer outra coisa que se possa imaginar. Isso também se aplica a componentes de máquinas, por exemplo o motor a jato de um avião ou a broca de uma plataforma de petróleo. Não é diferente com os sistemas computadorizados de gestão da manutenção (CMMS). Se quiser saber mais, dê uma olhada neste Guia da Internet das Coisas produzido pela Intel.




