“A PhDsoft crescerá na atual crise do petróleo porque as empresas estão buscando formas de reduzir custos sem elevar os riscos, e é isso que fazemos”, previu no início do ano o CEO e fundador da empresa, Duperron Marangon. De fato, sabemos agora que as receitas da PhDsoft vão encerrar 2016 com um aumento de 30%. Além das crises do petróleo, porém, há um mercado potencial de $1 trilhão para garantir o sucesso da empresa pelo menos até 2022. A Gartner acaba de publicar o relatório Principais previsões estratégicas para 2017 e além: sobrevivendo aos ventos de tempestade da disrupção digital. “A inovação dos negócios digitais cria efeitos disruptivos com amplo impacto sobre pessoas e tecnologia. Contudo, efeitos secundários em cadeia muitas vezes se mostrarão mais disruptivos do que a disrupção original. Estrategistas digitais devem identificar ativamente os efeitos secundários ao planejar a mudança”, diz o Resumo.
Uma das premissas de planejamento estratégico do documento é que “até 2022, a IoT (Internet das Coisas) economizará a consumidores e empresas $1 trilhão por ano em manutenção, serviços e consumíveis. As principais conclusões foram: os ativos sob manutenção no mundo superam $240 trilhões, com custos de manutenção de $27 trilhões; a passagem para a manutenção preditiva (com o PhDC4D, por exemplo) pode frequentemente economizar de 10% a 20% em relação à manutenção preventiva; a IoT, implantada adequadamente, pode desbloquear essa oportunidade de economia de $1 trilhão (excluindo novos investimentos em tecnologia).”
Os sinais de curto prazo são: casos de uso emergentes que demonstram o uso da IoT para impulsionar a manutenção preditiva; proliferação de modelos de gêmeos digitais para otimizar os esforços de manutenção preditiva até 2020; relatos de melhoria de eficiência com base em implantações de IoT até 2018; modelos de software de ativos físicos fornecidos por fornecedores até 2020. O estudo recomenda: identificar os custos associados à manutenção programada e às despesas com consumíveis; mirar uma redução de 10% desses custos, com base na mudança para um regime preditivo; construir um roteiro para implementar projetos de IoT em relação ao portfólio, mirando os retornos mais rápidos, com foco inicial em ativos maiores, mais complexos e caros — onde paradas e desperdício são caros — e instrumentar para entregar economias de custo dos “frutos ao alcance da mão”, começando com projetos de prova de conceito (POC) que tenham períodos curtos de retorno, a fim de ganhar impulso para esses projetos; continuar a priorizar instrumentação adicional de IoT para economias de custo adicionais até se aproximar do ponto de retornos decrescentes.




